Peter Andrew Jones Biography
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Fevereiro

Lobo Solitário é uma série de livros-jogos de autoria de Joe Dever (1956 – 2016) que pretende ser concluída no seu 32° título com a parceria entre seu filho Ben e Vincent Lazzari, um fã de longa data da série. De acordo com o livro Heroic Worlds: A History and Guide to Role-Playing Game, de Lawrence Schick, essa é a segunda melhor série de livros-jogos de todos os tempos, superando até mesmo a Fighting Fantasy, criadora do gênero.



Toda a história se passa em Magnamund, um planeta no universo de Aon, mundo fictício que é disputado entre forças do bem, representados por Kai (Deus do Sol) e Ishir (Deusa da Lua), e do mal, Naar (Deus das Trevas). O protagonista é Lobo Silencioso, um iniciado no mosteiro Kai e habitante do reino de Sommerlund. Seu povo, o Sommlending, são dedicados seguidores de Kai, dentre eles estão presentes os Lordes Kai ou simplesmente "o Kai", monges-guerreiros detentores de habilidades extraordinárias as quais são aprimoradas e treinadas desde a infância no Mosteiro de Kai, sendo eles a maior defesa de seu reino contra os seguidores de Naar. O leitor-jogador representa o protagonista, o último Lorde Kai de sua casta. Do outro lado estão os Darklords, habitantes das Darklands, a oeste de Sommerlund, poderosos guerreiros (mesmo enfraquecidos) na atmosfera natural de seu mundo, os quais subornaram exércitos como Drakkarim (seres humanos adoradores de Naar), Giaks (criaturas parecidas com goblins), Vordaks (mortos-vivos com poderes psíquicos) e Helghasts (mortos-vivos metamorfos) para lutarem a seu favor.




Durante uma festa de Fehmarn, celebrada pelos Sommlending no primeiro dia de sua primavera, quando todos os Senhores do Kai se reuniam no mosteiro, Lobo Silencioso é enviado para cortar madeira da floresta circundante como uma punição por sua falta de atenção durante uma aula. Quando parte, um ataque surpresa acontece proveniente das Darklands com destino a vários lugares em Sommerlund. O mosteiro é saqueado e os Lordes Kai, massacrados. Voltando da floresta, Lobo Silencioso tropeça num ramo baixo de árvore e cai violentamente, desmaiando. Quando acorda e retorna ao mosteiro, percebe que é o último dos Kai. Ele se renomeia Lobo Solitário e parte para a capital para informar o rei da perda do Kai.
Pode-se dividir essa “mega-campanha” em quatro minisséries: série Kai (livros-jogo de 1 a 5), série Magnakai (livros-jogo de 6 a 12), série Grandes Mestres (livros-jogo de 13 a 20) e série Nova Ordem (livros-jogo de 21 a 32).
Na série Kai, única traduzida para o português, o leitor-jogador busca reunir os exércitos de Sommerlund e seu aliado, Durenor, para uma investida contra a invasão a fim de repeli-la, além de perseguir e capturar o traidor que provocou a invasão.





Peter Andrew Jones ilustrou artes de capa para dezenas desses livros-jogos. Nelas, raramente o protagonista da série, com sua capa verde e sua espada, aparecem, transpondo o foco para os antagonistas da trama. Monstros tenebrosos, dragões fantásticos e guerreiros fortemente armados concedem um tom menos narcisista ao enredo. Com isso, o leitor-jogador pensa menos em si e foca-se mais em que perigos vai encontrar nessa trama. Por vezes o leitor-jogador se encontra distante do inimigo (como em Fuga da Escuridão), por vezes mais próximo (como em Mar em Chamas), em outras o perigo possui proporções colossais (como em As Cavernas de Kalte) ou se demonstra certo otimismo pelo triunfo (como em Abismo da Perdição). Tantas possibilidades, tantas leituras... as artes de capa, assim como o texto dos livros, oferecem visualmente inúmeras possibilidades ao herói.






Janeiro

Christopher Stasheff foi um autor de fantasia e ficção científica norte-americano – um dos dos pioneiros da "fantasia científica" que mistura de tecnologia e magia - nascido em 15 de janeiro de 1944 e falecido no dia 10 de junho de 2018, por complicações relacionadas com a doença de Parkinson. Obteve doutorado em Teatro e lecionou “rádio e televisão” na Eastern New Mexico University em Portales, Novo México. Depois de se aposentar em 2009, mudou-se para Champaign, Illinois. Era tão amado como professor que, décadas depois de se aposentar, seus ex-alunos levantaram dinheiro para nomear a nova sala de controle de vídeo com seu nome.
Sua escrita assemelha-se muito à de autores como Terry Goodkind, Terry Brooks ou J.R.R. Tolkien. Publicou 44 romances, 29 contos e editou 7 antologias.



omo dramaturgo, escreveu e dirigiu várias peças até obter seu PhD em teatro, embora fosse mais conhecido como ator em teatro comunitário e como diretor de dramas de rádio e peças escolares. Também continuou tentando pré-roteirizar sua vida. É comumente lembrado pelos mais próximos como um homem gentil, prestativo e de humor espirituoso, sempre com trocadilhos terríveis.



Duas de suas obras tiveram suas artes de capa a serviço de Peter Andrew Jones.
Para King Kobold, PAJ se inova trocando o espaço pelo alto mar, colocando um navio futurista em uma situação de perigo (maremoto), demonstrando que nem mesmo a alta tecnologia pode superar a força da natureza, que mesmo que previsível permanece constante ao longo das eras. Isso faz sua arte de capa ser coerente ao enredo do livro. A estória de King Kobold se passa no século XXXI, em Gramarye - um planeta onde as pessoas vivem no estilo britânico medieval, porém ainda perseguindo bruxas e feiticeiros.




Já na arte de capa de The Warlock in Spite of Himself o leitor se comporta como um possível ajudante da vítima ajoelhada e seu iminente confronto com o ogro sedento por sangue (a considerar o líquido que transborda de sua boca ameaçadora). A metáfora do gigante brutamontes que representa o perigo aqui não chega a ser um clichê, pois ele vai além disso: Rod (o protagonista da narrativa) precisa lidar não só com luta, mas também fuga, traição, política e muitas outras surpresas nocivas e fulminantes, que juntas podem até ser maiores do que o monstro verde, centralizado na pintura. Apesar de não estar em pé, empunha a arma com convicção e encara seu obstáculo de igual para igual – como se seu inimigo não tivesse vantagem alguma sobre si. O escudo atrás de seu corpo parecia ser mera precaução, mas seu braço esquerdo tenta alcançá-lo enquanto o gigante se aproxima, demonstrando que, apesar da confiança no confronto, todo cuidado é pouco para um páreo duro como esse.
Que lição tiramos disso? Maremotos de distrações ou corpulentas burocracias não são capazes de parar nosso querido artista.









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